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Golden Silk Orbweaver / Aranha-de-Teia-Amarela

Trichonephila clavipes

Description:

(Linnaeus, 1767)

Arachnida: Araneae: Opisthothelae: Araneomorphae: Araneoidea: Nephilidae

Comprimento / Length: ♀ 24-76mm (?) / ♂ 8-25mm (?)

Hora / Hour:
1 - 18:13:15 / 06:13:15pm
2 - 18:11:02 / 06:11:02pm

Other name: Banana Spider.

Cellphone picture.

Habitat:

São amplamente distribuídas na Austrália, Ásia, África, Argentina, Madagascar, América do Sul e América do Norte ao Sul dos Estados Unidos. No Brasil podem ser vistas em uma ampla variedade de habitats como a Mata Atlântica, bordas florestais e florestas densas. Trichonephila clavipes são normalmente encontradas em bananeiras.

They are widely distributed in Australia, Asia, Africa, Argentina, Madagascar, South America é North America to the South of the USA. They can be seen all over Brazil but their habitat is the Atlantic Forest, forest edges and dense woodlands. T. clavipes are often found on banana trees.

Notes:

Anteriormente conhecida como Nephila clavipes, Trichonephila clavipes é uma aranha da classe Arachnida, ordem Araneae, subordem Opisthothelae, infraordem Araneomorphae, superfamília Araneoidea e família Nephilidae.

O abdome de T. clavipes é escuro com muitas pontuações brancas irregularmente padronizadas, dando a este um visual mais claro. As fêmeas podem atingir de 24 a 76mm (necessita de confirmação) de comprimento, enquanto os machos medem cerca de 8mm, menos, ou menos comumente, 25mm (necessita de confirmação. O corpo é maior que a largura com uma envergadura de pernas de cerca de 152mm. Disposição ocular de 4 por 4. Olhos póstero-medianos possuem um tapetum. Corpo cilíndrico.

As pernas são listradas e alternam entre partes mais escuras e vermelho-alaranjadas, com tufos de pelos ("gaiters") nos segmentos tibiais 1, 2 e 4, se curvando para baixo na ponta. Tipicamente, os machos são aranhas marrom-escuras e magras. As fêmeas fazem pelo menos duas grandes ootecas de 25 a 30mm de diâmetro consistindo de muitas centenas de ovos. As ootecas são englobadas por seda amarela encaracolada. Durante sua temporada de acasalamento, os machos buscarão fêmeas e subirão na teia. Os machos desafiam uns aos outros por uma posição mais próxima à fêmea, o maior tornando-se seu parceiro. Os machos menores vão para as bordas da teia. Os parceiros ganham uma vantagem quase exclusiva no acasalamento por poderem se alimentar de presas capturadas pela teia da fêmea. Os machos nas bordas podem tentar acasalar com a fêmea mas raramente o fazem. Ocasionalmente, a fêmea comerá os machos.

São tecelãs orbiculares aéreas cujas teias demonstram uma coloração amarela / dourada que as confere o nome popular. As teias podem atingir mais que 900mm de diâmetro (ou comprimento?) ao nível do olho ou acima de florestas e manguezais. Teias tecidas foram supostamente registradas medindo um recorde de 4 metros em diâmetro (ou comprimento?). As teias orbiculares tecidas entre galhos nas árvores são cuidadosamente esculpidas em fortes fios de seda dourados que são cruzados e reforçados no centro em um formato de zig-zag ("stabilimenta"), em uma altura onde insetos costumam virar presas. As teias são simétricas com uma órbita assimétrica próxima ao topo onde a aranha fica. A teia orbicular é tecida tão fortemente que até pequenos pássaros podem virar presas, algo que não é tão incomum. Na verdade, a seda é tão pegajosa que são reconhecidas por sua incrível resistência. Presas incluem Diptera, Hymenoptera, Lepidoptera, Coleoptera, Odonata e ocasionalmente, como anteriormente mencionado, pequenos pássaros. As teias são estruturas semi-permanentes, o que significa que não são destruídas e re-criadas periodicamente como outros membros de Araneae. Geralmente reparam estruturas danificadas das teias.

Como a maioria das aranhas, são venenosas mas o veneno é fraco e não é uma ameaça aos humanos, a menos que sejam alérgicos à toxina. De outra forma, são inofensivas e só morderão se manuseadas ou espremidas. A mordida confere um simples inchaço, vermelhidão e dor localizada. A mordida é, teoricamente, menos perigosa que uma picada de abelha.

Vivem sob clima quentes; isto as fez desenvolver estruturas para prevenir o superaquecimento. Tais estruturas incluem uma carapaça prateada que reflete a luz solar, enquanto o corpo cilíndrico, longo e apontado diretamente contra o Sol reduz a área de exposição deste. Elas também podem forçar resfriamento evaporativo ao derramar um fluido pelas quelíceras; geralmente, isto é feito quando as temperaturas são maiores que 35°C (Krakauer, 1972). Teias são tecidas independente da posição do Sol com o alvo de capturar o máximo de presas possíveis. Seus movimentos de orientação podem ser complexos (Robinson and Robinson, 1974). Não são agressivas e raramente deixam as teias. Mudam de cor ao envelhecerem. Na foto podemos ver uma fêmea adulta e um macho adulto por trás.

A seda no centro da teia possui gotas oleosas que contém vesículas para prender por dentro soluções peptídicas e proteicas, tal como muitos compostos de baixa densidade molecular. As gotas contém toxinas, ácidos graxos saturados e até mesmo alcaloides. É especulado que esses ácidos graxos saturados ajudam a desestabilizar as cutículas do inseto e permitem a difusão das toxinas no interior do corpo. Este estudo prova que suas teias não são puramente para captura mecânica de presas. Aparentemente, alcaloides repelentes de alguns predadores são vistos em algumas teias, tal como toxinas de insetos em outras. As glândulas de teia destas aranhas, especificamente a glândula agregada, pode sintetizar e depositar sobre a seda toxinas importantes que são comuns às de alguns animais, colocando-as na cadeia alimentar em um patamar acima de algumas aranhas quando comparadas.

https://repositorio.unesp.br/bitstream/h...

De acordo com o seguinte estudo, podem se adaptar em teias abandonadas pertencentes a outras aranhas:

"Os experimentos mostraram que ambas as aranhas residentes e introduzidas permaneceram nas teias em que foram colocadas. Fêmeas residentes demonstraram que, quando eram maiores, possuíam uma vantagem na disputa contra a espécie invasiva (introduzidas), mesmo que não fossem notadas vantagens significativas quando os indivíduos invasivos (introduzidos) possuíam o mesmo tamanho ou eram maiores. A residente investia mais na manutenção da teia do que a invasiva (introduzida), conduzindo comportamentos agonistas e retornando mais comumente às teias após combates. Não houve intolerância entre indivíduos nos fios de suporte, indicando que a formação de agregações pode ser relacionado à tolerância dos indivíduos na aceitação da presença de coespecíficos de áreas próximas." - https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstr...

Outras fontes:

http://www.ninha.bio.br/biologia/nephila...

http://faunaefloradorn.blogspot.com/2010...

https://www.achetudoeregiao.com.br/anima...

http://professora-mel.blogspot.com/2013/...

http://entnemdept.ufl.edu/creatures/misc...

https://bugguide.net/node/view/2023

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nephila_cl...

ENGLISH VERSION HERE:

Previously known as Nephila clavipes, Trichonephila clavipes is a spider in the class Arachnida, order Araneae, suborder Opisthothelae, infraorder Araneomorphae, superfamily Araneoidea and family Nephilidae.

T. clavipe's abdomen is dark with many irregularly-patterned white punctuations giving it a clear look. Females may have from 24 to 76mm (requires confirmation) in length, while males measure around 8mm, less than, or less commonly, 25mm (requires confirmation). Body larger than width with a legspan of around 152mm. Eye disposition at 4 to 4. Median posterior eyes possess a tapetum. Body is cylindrical.

The legs are banded and alternating between darker parts and orangeish-red, with tufts of hair (gaiters) on the tibial segments 1, 2 and 4, and curving down at the tip. Males are typically dark brown, slender spiders. Females make at least two large eggsacs with 25 to 30mm in diameter consisting of several hundred eggs. The eggsacs are surrounded by curly yellow silk. During their reproductive season, males will search for females and get on their web. Males challenge each other for the position closest to the female, the largest becoming her mate. Smaller males go to the edges of the web. Mates gain the almost exclusive advantage in mating as well as feeding on prey caught by the female's web. The males around the edges may try to mate with the female but rarely accomplish this. Occasionally, the female will feed on the males.

They are aerial orb-weavers which web displays a yellow / golden coloring which gives them their vernacular name. Webs can reach over 900mm in diameter (or length?) at eye vision level or above forests and mangroves. Webs have been seen measuring 4 meters in diameter (or length?). The orbicular web woven between branches of trees is carefully sculpted in strong strings of golden silk which are intertwined and reinforced at the center in a zigzag shape (stabilimenta), in a height where insects generally fall prey. The webs are also symmetric with an asymmetrical orb near the top where the the spider dwells. The orbicular web is so strongly woven that even small birds may fall prey, which is not uncommon to happen. In fact, the silk is so sticky that they are known for their incredible resistence, being compared to steel cables in a proportional sense. Prey includes Diptera, Hymenoptera, Lepidoptera, Coleoptera, Odonata and, as previously mentioned, occasionally small birds. The web is a semipermanent structure, which means they are not destroyed and created periodically like other members of Araneae. They usually repair damaged web structures.

Like most spiders, they are venomous but their venom is weak and is not a threat to humans, unless they are allergic to the venom. Otherwise, they are harmless and will only bite if held or pinched. The bite leaves simple swelling, redness and localized pain. The bite is, theoretically, less dangerous than a bee sting.

They live under hot weathers; this made them develop structures to prevent them from overheating. Such structures include the silvery carapace that reflects sunlight, while the long and cylindrical body reduces the area of the exposed body by being pointed directly at the Sun. They can also force evaporative cooling by dropping a fluid with the chelicerae; this is generally done when temperatures are higher than 35°C (Krakauer, 1972). Webs are woven regardless of Sun position, with the aim of capturing as much prey as possible. Their orientation movements can be complex (Robinson and Robinson, 1974). They are not aggressive and will rarely leave their webs. They will change colors as they mature. In the picture we can see an adult female and an adult male behind.

The silk in the center of the web possess oily drops which contain vesicles that trap proteic and peptidic solutions inside, as well as many composts of low molecular mass. The drops contain toxins, saturated fatty acids and even alkaloids. It is speculated that these saturated fatty acids help to destabilize the cuticles of the insect and allow the diffusion of the toxins to the interior of the body. This study proves that their webs are not purely for mechanically ensnaring prey, but a very complex structure with an active role on the capture of prey. Seemingly, repellent alkaloids to some predators are seen in a few webs, as well as insect toxins in others. The silk glands, especially the aggregated gland, can synthesize and deposit over the silk important toxins which are common to a few animal toxins, putting them on a higher step in the food chain compared to some spiders.

https://repositorio.unesp.br/bitstream/h...

According to the following study, they can adapt well to abandoned webs that belong to other spiders:

"The experiments showed that both resident spiders and introduced spiders remained in the webs in which they were placed. Resident females demonstrated that, when they were bigger, they showed an advantage in the dispute against the invasive (introduced) species, though it was not noticed any significant advantage when the invasive (introduced) individuals had the same size or were bigger. The resident invested more in the maintenance of the web than the invasive (introduced), performing more agonistic behaviors and returning more times to the web after combats. It did not occur intolerance among individuals on the support wires, thus indicating that the formation of aggregations might be related to the tolerance of individuals to accept the presence of conspecifics from nearby areas." - https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstr...

Other sources:

http://www.ninha.bio.br/biologia/nephila...

http://faunaefloradorn.blogspot.com/2010...

https://www.achetudoeregiao.com.br/anima...

http://professora-mel.blogspot.com/2013/...

http://entnemdept.ufl.edu/creatures/misc...

https://bugguide.net/node/view/2023

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nephila_cl...

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Oscar Neto
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Oscar Neto

Santa Catarina, Brazil

Spotted on Mar 4, 2017
Submitted on Aug 30, 2018

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