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Bracket Fungus / Orelha-de-Pau (Unknown spotting)

cf. Fuscoporia sp.

Description:

(Murrill, 1907)

I need help confirming or correcting the genus. / Preciso de ajuda na confirmação ou correção do gênero.

Fungi: Agaricomycetes: Agarycomycetidae: Hymenochaetales: Hymenochaetaceae

Em grande parte sinonimizado como Phellinus sp. / Mostly synonymized as Phellinus sp.

Hora / Hour: 15:04:36. / 03:04:36pm.

Width from the left of the fungus as can be seen in the picture to the right / Largura da esquerda do fungo como pode ser visto na foto para a direita: ~3cm+

Habitat:

Forests, parks and woods where their host trees can be found and where there are plenty of decaying stumps or trees.

Florestas, parques e bosques onde suas árvores hospedeiras possam ser encontradas e onde exista muitos tocos ou árvores em estado de putrefação.

Notes:

Não tenho como confirmar que este seja um Fuscoporia sp. (por vezes sinonimizado como: Phellinus sp.), principalmente devido ao meu esquecimento de tirar uma foto do lado inferior para ver os esporos e também por não saber qual substrato onde ele estava crescendo além de ser em um tronco grosso e caído que aparentava estar passando por um processo de apodrecimento. Esse fungo pertence à classe Agaricomycetes, subclasse Agarycomycetidae, ordem Hymenochaetales e, possivelmente, família Hymenochaetaceae.

Há centenas (ou milhares?) de espécies de orelhas-de-pau. O fator determinante para a identificação desses espécimes é normalmente feito através da avaliação microscópica de muitos traços. Hymenochaetaceae, em geral, possuem basidiomas que os fornece uma coloração enferrujada de marrom e/ou dourado. Em contato com hidróxido de potássio (KOH), uma reação química ocorre na qual a parte que entrou em contato com a substância escurece instantaneamente. Os membros de Polyporaceae, que eu acreditava ser a família correta para este espécime por um tempo, em um aspecto amplo - como os Trametes sp. - podem possuir várias outras cores que incluem o marrom, mas essa situação raramente ocorre em todas as partes do basidioma. Entretanto, um fator determinante para diferenciar Hymenochaetaceae de Polyporaceae com maior confiabilidade é exatamente o hidróxido de potássio (KOH). Polyporaceae, em aspecto amplo, não sofrem da reação do KOH, se opondo, neste aspecto, aos Hymenochaetaceae. Além disso, vale mencionar que Polyporaceae foi dividida em uma ampla quantia de outras famílias. Se fôssemos arriscar alto, poderíamos dizer que a espécie é Fuscoporia gilva.

Os tubos e poros são irregulares e marrons, de 2 a 8mm de profundidade e terminam em pequenos poros vermelhos-marrom com 0.1 a 0.2mm em diâmetro, espaçados em 4 ou 6 por milímetro. Os esporos são elipsoides e planos, com paredes finas, hialinos, 4-6 x 3-4μm; inamilóides.

Fuscoporia são fracos parasitas saprobióticos que optam por madeira dura de árvores em estado de putrefação. São perenes.

Podem ser comestíveis, pois espécies relacionadas foram comidas como substitutas de tabaco. Entretanto, é aconselhado não ingerir até que novas informações confiáveis surjam. É muito difícil remover e comer o fungo, muitas vezes necessitando de uma serra-elétrica para a remoção. Mesmo que você consiga removê-lo, não posso garantir que não sejam venenosos pois não sei sequer, com certeza, qual é a família. Cuidado.

A importância de Fuscoporia pode ser notada, entre outras utilidades, como decompositores de madeira dura. Fuscoporia gilva, por exemplo, decompõem madeira e mais Fuscoporia gilva podem viver na mesma árvore hospedeira ou toco por vários anos, adicionando uma nova zona de crescimento e camada de poros a cada ano. (Fonte: https://www.dpaw.wa.gov.au/images/docume...)

De acordo com o Catalogue of Life (17 de Outubro, 2013), essas eram as espécies no gênero:

Fuscoporia altocedronensis
Fuscoporia bifurcata
Fuscoporia callimorpha
Fuscoporia contigua
Fuscoporia discipes
Fuscoporia ferrea
Fuscoporia ferruginosa
(syn. Phellinus ferruginosus)
Fuscoporia flavomarginata
Fuscoporia formosana
Fuscoporia longisetulosa
Fuscoporia punctata
Fuscoporia rhabarbarina
Fuscoporia senex
Fuscoporia setifera
Fuscoporia torulosa
Fuscoporia undulata
Fuscoporia wahlbergii
Fuscoporia yunnanensis

De acordo com o NCBI (17 de Outubro, 2013), essas eram as espécies do gênero:

Fuscoporia callimorpha
Fuscoporia cinchonensis
Fuscoporia contigua
Fuscoporia discipes
Fuscoporia ferrea
Fuscoporia ferruginosa
Fuscoporia formosana
Fuscoporia gilva
Fuscoporia montana
Fuscoporia palmicola
Fuscoporia rufitincta
Fuscoporia senex
Fuscoporia torulosa
Fuscoporia viticola
Fuscoporia wahlbergii

Em 1886 o gênero Phellinus foi circunscrito pelo micologista Francês Lucien Quélet. A implicação que eram os mais fortes fungos deste tipo. O gênero Fuscoporia foi estabelecido em 2007 pelo micologista Americano William Alphonso Murrill (1869 - 1957). Fuscoporia vem do Latin, onde o adjetivo "fusca" significa marrom-escuro, referência à superfície marrom-escura deste Políporo.

Identificado por Felipe Bittencourt (https://www.facebook.com/felipebitt?fref...)

Fontes:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/Taxonomy/Br...

http://www.catalogueoflife.org/col/searc...

https://www.first-nature.com/fungi/fusco...

https://bie.ala.org.au/species/NZOR-4-46...

https://en.wikipedia.org/wiki/Fuscoporia...

https://en.wikipedia.org/wiki/Fuscoporia...

Fuscoporia gilva é sinonimizado com Phellinus gilvus. (https://commons.wikimedia.org/wiki/Categ...)

ENGLISH VERSION HERE:

There is no way for me to confirm this is a Fuscoporia sp. (sometimes synonymized as: Phellinus sp.), mainly because I forgot to take a shot of the underside to see the spores and I do not know what substract it was growing on besides being a fallen, thick trunk which seemed to be undergoing decay. This fungus belongs in the class Agaricomycetes, subclass Agarycomycetidae, order Hymenochaetales and, possibly, family Hymenochaetaceae.

There are hundreds (or thousands?) of species of bracket fungi. The determining factor for the identification of these specimens is usually done through microscopical evalutation of many traits. Hymenochaetaceae, in general, have basidiomes which provide them with a rusty color of brown and/or gold. In contact with potassium hydroxide (KOH) a chemical reaction occurs in which the part that entered in contact with the substance darkens instantly. The members of Polyporaceae, which was believed to be the correct family for this specimen for a time, in a wider aspect - such as Trametes sp. - may have many other colors which include brown, but this situation rarely occurs in all parts of the basidiome. However, a determining factor to differentiate with further reliability between Hymenochaetaceae and Polyporaceae is exactly the potassium hydroxide (KOH). Polyporaceae, in a wider aspect, do not suffer from the KOH reaction, opposing Hymenochaetaceae in that aspect. On a further note, Polyporaceae was divided in a wide range of other families. If a sky-high-risk guess would be made, we could guess the species Fuscoporia gilva.

The tubes and pores are irregular and brown, 2 to 8mm deep and terminate in small roundish red-brown pores 0.1 to 0.2mm in diameter spaced at 4 to 6 per milimeter. The spores are ellipsoidal and smooth, thin walled, hyaline, 4-6 x 3-4μm; inamyloid.

Fuscoporia are weakly parasitic saprobes that choose hardwood trees undergoing decay. They are perennial.

They might be edible, as closely related species were chewed as tobacco substitutes. However, it is advised to not do it until further reliable informations come to surface. The fungus is very hard to remove and to eat, sometimes requiring a chainsaw for the former. Even if you manage to remove one, I cannot guarantee they are not poisonous as I don't even know for sure what the family is. Take caution.

Fuscoporia's importance can be noted, among other utilities, as decomposers of hardwood. Fuscoporia gilva, for instance, decomposes wood and brackets can live on the host tree or stump for several years, adding a new growth zone and pore layer each year. (Source: https://www.dpaw.wa.gov.au/images/docume...)

According to Catalogue of Life (17th of October, 2013), these are the species in this genus:

Fuscoporia altocedronensis
Fuscoporia bifurcata
Fuscoporia callimorpha
Fuscoporia contigua
Fuscoporia discipes
Fuscoporia ferrea
Fuscoporia ferruginosa
(syn. Phellinus ferruginosus)
Fuscoporia flavomarginata
Fuscoporia formosana
Fuscoporia longisetulosa
Fuscoporia punctata
Fuscoporia rhabarbarina
Fuscoporia senex
Fuscoporia setifera
Fuscoporia torulosa
Fuscoporia undulata
Fuscoporia wahlbergii
Fuscoporia yunnanensis

According to NCBI (17th of October, 2013), these are the species in this genus:

Fuscoporia callimorpha
Fuscoporia cinchonensis
Fuscoporia contigua
Fuscoporia discipes
Fuscoporia ferrea
Fuscoporia ferruginosa
Fuscoporia formosana
Fuscoporia gilva
Fuscoporia montana
Fuscoporia palmicola
Fuscoporia rufitincta
Fuscoporia senex
Fuscoporia torulosa
Fuscoporia viticola
Fuscoporia wahlbergii

In 1886 the genus Phellinus was circumscribed by the French mycologist Lucien Quélet. It was implicated that they were the strongest fungi of this kind. The genus Fuscoporia was established in 2007 by the American mycologist William Alphonso Murrill (1869 - 1957). Fuscoporia comes from Latin, with the adjective "fusca" meaning dark brown, reference to the dark brown surface of this Polypore.

Identified by Felipe Bittencourt (www.facebook.com/felipebitt?fref=gc&...).

Sources:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/Taxonomy/Br...

http://www.catalogueoflife.org/col/searc...

https://www.first-nature.com/fungi/fusco...

https://bie.ala.org.au/species/NZOR-4-46...

https://en.wikipedia.org/wiki/Fuscoporia...

https://en.wikipedia.org/wiki/Fuscoporia...

Fuscoporia gilva é sinonimizado com Phellinus gilvus. (https://commons.wikimedia.org/wiki/Categ...)

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Oscar Neto
Spotted by
Oscar Neto

Fortaleza, CE, Brazil

Spotted on May 6, 2018
Submitted on Jun 9, 2018

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