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Famelica Moth / Mariposa-Famelica

Melipotis famelica

Description:

(Guenée, 1852)

Lepidoptera: Bombycina: Noctuoidea: Erebidae: Erebinae: Melipotini

Hora / Hour (P = Foto / Photo):
P1: 7 de Maio, 2018 às 19:45:32. / 7th of May, 2018 at 07:45:32pm.
P2: 7 de Maio, 2018 às 19:43:35. / 7th of May, 2018 at 07:43:35pm.

Wingspan: ~42mm.

Meu álbum no Flickr contendo todos os gêneros dentro de Melipotini / My album on Flickr containing all the genera within Melipotini: https://www.flickr.com/photos/137358035@...

Habitat:

Dentro de sua verdadeira zona de distribuição, Melipotis famelica devem ocorrer em campos, florestas e habitats antropogênicos que incluam sua(s) planta(s) hospedeira(s). Por exemplo, este espécime foi fotografado no 16º andar de um prédio em habitat urbano, fato que demonstra que podem voar relativamente alto.

Under their true distribution range, Melipotis famelica most likely occur in fields, forests and anthropogenic habitats which include their host plant(s). For instance, this specimen was photographed on the 16th floor of a flat in an urban habitat, fact that displays they can fly relatively high.

Notes:

Melipotis famelica é uma mariposa pertencente à ordem Lepidoptera, subdivisão Bombycina, superfamília Noctuoidea, família Erebidae, subfamília Erebinae e tribo Melipotini.

De acordo com a Wikipedia, o estado de distribuição dessa mariposa ocorre no "Sul dos Estados Unidos (Flórida ao Texas) ao Caribe e Paraguai." (https://en.wikipedia.org/wiki/Melipotis_...). BugGuide lista esta distribuição para Melipotis famelica: "Sul dos Estados Unidos, Antilhas, Sul da Venezuela, incluindo Bermuda (Ferguson et al., 1991)" - Essas informações requerem uma confirmação muito sábia pois nenhuma fonte é fornecida no artigo da Wikipedia e, como trata-se de uma mariposa, o verdadeiro estado de distribuição, mesmo tendo como fonte o BugGuide, é deficiente, improvavelmente 100% correto, ou improvavelmente errado. Desta forma, é mais provável que a informação disponível seja deficiente devido a carência de informações disponíveis relativas ao estado de distribuição de Melipotis famelica, tal como de mariposas em geral.

Após pedir ao Cesar do Insetologia que Melipotis era esta, ele pensou em Melipotis acontioides ao abrir um link que ele me forneceu da ESALQ (http://www.lea.esalq.usp.br/me/fotos/Lep...), com a clara especificação que as outras fotos que ele viu identificadas como Melipotis acontioides eram consideravelmente diferentes (http://mothphotographersgroup.msstate.ed...). Então, ele sugeriu a espécie Melipotis famelica e concordo com a identificação (http://mothphotographersgroup.msstate.ed...) pois adequa-se perfeitamente ao meu espécime, exceto por diferenças de tons, provavelmente devido a iluminação ou dimorfismo sexual. Não consegui encontrar outras Melipotis que se adequassem perfeitamente ao indivíduo retratado além de Melipotis famelica.

Artigo no Insetologia: https://www.insetologia.com.br/2018/06/m...

O Número de Hodges de Melipotis famelica é 8604 com uma sequência filogenética de #930875. Sinônimos incluem Bolina bivittata (Walker, [1858]). De acordo com o BugGuide, a conhecida planta hospedeira é Lysiloma latisiliquum ("tamarindo-falso" / "tamarindo-selvagem") ((L.) Benth.) (Fabaceae: Caesalpinioideae: Dimorphandra grupo B, incluindo Mimosoideae). De acordo com esta mesma fonte, elas voam o ano inteiro na Flórida e de Maio à Novembro no Texas. Já no Brasil, como essa foto foi tirada no dia 7 de Maio, 2018 às 19:45:32, fica como sugestão a possibilidade de que elas estão à voar no Brasil de Maio em diante, de mais cedo à Maio, o ano inteiro, ou apenas em Maio. Mais plantas hospedeiras podem existir com uma alta taxa de probabilidade. Sinônimos da planta hospedeira conhecida incluem:

Acacia bahamensis ((Benth.) Griseb.)
Acacia latisiliqua ((L.) Willd)
Leucaena latisiliqua ((L.) Gillis)
Lysiloma bahamense (Benth.)
Mimosa latisiliqua (L.)

BugGuide também denota que a envergadura alar de Melipotis famelica é de aproximadamente 42mm.

https://bugguide.net/node/view/692937

Um gênero similar ao Melipotis é o Drasteria, mas esta é, sem sombra de dúvidas, uma Melipotis, como identificada pelo sábio James Adams (https://www.facebook.com/profile.php?id=...). A espécie famelica foi identificada por Jeffery Wang (https://www.facebook.com/profile.php?id=...) e pelo Cesar do Insetologia, fatores que reforçaram a identificação como correta.

As larvas passam por 5-7 ínstares de crescimento, fator que depende do desprendimento da cápsula cefálica, medindo a distância entre as genas e entre as cerdas frontais. 1-8 ovos são depositados irregularmente distantes do eixo óptico, nos folículos das folhas da planta hospedeira. As larvas são ativas desde o nascimento e raspam os folículos. Ínstares posteriores preferem se esconder debaixo de folhas e são menos ativos, mesmo que desfolhem com mais voracidade. O processo da pupa ocorre debaixo da terra; a larva forma um casulo de seda e terra, procedendo ao estágio pupa. O estágio dos ovos duram cerca de 4 ou 5 dias; o estágio larval dura entre 21 e 40 dias; o estágio pré-pupa demora entre 4 e 7 dias; o estágio pupa demora entre 10 e 23 dias; a expectativa de vida dos adultos está entre 7 e 12 dias. Desta forma, o processo ovo-morte inteiro dura 87 dias ou, mais provavelmente, menos, com 87 dias sendo atingidos com muita raridade, e com uma improvável possibilidade de uma expectativa de vida mais longa. (Fonte: http://www.seb.org.br/asp/cbe2012/trabal...)

É sabido que Tachinídeos podem parasitar Melipotis de acordo com este E-Book grátis: https://books.google.com.br/books?id=29-...

Mantispidae (e provavelmente Mantodea em geral), Polistes sp., Tyrannidae, Crotophaga major e a bactéria entomopatogênica Bacillus thurigiensis são inimigos naturais de Melipotis famelica. Infelizmente, o abuso dessas bioformas ocorre contra Melipotis famelica na agricultura (http://www.simbras-as.com.br/uploads/201...)

A coloração dos adultos de Melipotis famelica remete muito a madeira, condição que pode indicar a presença de um mecanismo de defesa de camuflagem contra potenciais predadores, especialmente quando leva-se em conta a aparência da conhecida planta hospedeira.

São atraídas por iluminações artificiais.

Fontes no texto.

ENGLISH VERSION HERE:

Melipotis famelica is a moth belonging in the order Lepidoptera, subdivision Bombycina, superfamily Noctuoidea, family Erebidae, subfamily Erebinae and tribe Melipotini.

According to Wikipedia, the distribution status of this moth occurs in "Southern United States (Florida to Texas) to the Caribbean and Paraguay." (https://en.wikipedia.org/wiki/Melipotis_...). BugGuide lists this distribution for Melipotis famelica: "Southern United States, Antilles, South to Venezuela, including Bermuda (Ferguson et al., 1991)" - These informations require a very enlightened confirmation as no source is provided in the Wikipedia article and, as it concerns a moth, the true distribution status, even through BugGuide, is either lacking, unlikely 100% correct, or unlikely wrong. Thus, it's more likely that the information is lacking due to the lack of information available concerning Melipotis famelica's - and moths in general - distribution status.

After asking Cesar of Insetologia what Melipotis this was, he thought about Melipotis acontioides due to a link he provided from ESALQ (http://www.lea.esalq.usp.br/me/fotos/Lep...), with the clear statement that other pictures he saw identified as Melipotis acontioides were considerably different (http://mothphotographersgroup.msstate.ed...). Then, he suggested the species Melipotis famelica and I agree with this statement (http://mothphotographersgroup.msstate.ed...) as it perfectly matches my specimen besides shading differences that are probably due to lighting or sexual dimorphism. I couldn't find any other perfect Melipotis matches to the individual portrayed besides Melipotis famelica.

Article on Insetologia: https://www.insetologia.com.br/2018/06/m...

The Hodges Number of Melipotis famelica is 8604 with a phylogenetic sequence of #930875. Synonyms include Bolina bivittata (Walker, [1858]). The known host plant is, according to BugGuide, Lysiloma latisiliquum ("false tamarind" / "wild tamarind") ((L.) Benth.) (Fabaceae: Caesalpinioideae: Dimorphandra group B, including the Mimosoideae). According to this same source, they are on flight year round in Florida and from May to November in Texas. As for Brazil, this picture was captured on the 7th of May, 2018 at 07:45:32pm, which suggests the probability that they are also on flight in Brazil from May onwards, from earlier to May, year round, or only in May. More host plants might exist with a high probability ratio. Synonyms of the known host plant include:

Acacia bahamensis ((Benth.) Griseb.)
Acacia latisiliqua ((L.) Willd.)
Leucaena latisiliqua ((L.) Gillis)
Lysiloma bahamense (Benth.)
Mimosa latisiliqua (L.)

BugGuide also states that the wingspan of Melipotis famelica lies around 42mm.

https://bugguide.net/node/view/692937

A similar genus to Melipotis is the genus Drasteria, but this is, undoubtedly, a Melipotis as identified by the very enlightened James Adams (https://www.facebook.com/profile.php?id=...). The famelica species was identified by Jeffery Wang (https://www.facebook.com/profile.php?id=...) and Cesar of Insetologia, further reinforcing the identification as correct.

The larvae undergo between five and seven growth instars, a factor that depends on the detachment of the cephalic capsule, measuring the distance between gena to gena and between the frontal setae. 1 to 8 eggs are laid irregularly away from the optical edge, on the follicles of the host plant's leaves. Larvae are active from the moment of birth and scrape the follicles. Later instars choose to hide beneath the leaves and are less active, even though they defoliate with more voracity. The pupa process occurs underground, with the larva forming a cocoon of silk and ground, then proceeding to the pupa stage. The egg stage lasts 4 or 5 days; the larval stage lasts between 21 and 40 days; the pre-pupa stage lasts between 4 and 7 days; the pupa stage lasts between 10 and 23 days; adults' lifespan lies between 7 and 12 days. Thus, the entire egg-death process lasts 87 days or, more likely, less, with 87 days being achieved very rarely, and with the unlikely possibility of a longer lifespan. (Source: http://www.seb.org.br/asp/cbe2012/trabal...)

Tachinids are known to parasitize Melipotis according to this free E-Book: https://books.google.com.br/books?id=29-...

Mantispidae (and most likely Mantodea in general), Polistes sp., Tyrannidae, Crotophaga major and the entomopathogenic bacteria Bacillus thuringiensis are all natural enemies of Melipotis famelica. Sadly, the abuse of these bioforms occurs against Melipotis famelica in agriculture (http://www.simbras-as.com.br/uploads/201...).

The coloring of the adults of Melipotis famelica is highly reminiscent of wood, a condition that might indicate the presence of a defensive mechanism of camouflage against potential predators, especially due to the appearance of the known host plant.

They are attracted to artificial lighting.

The sources can be found in the text.

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Oscar Neto
Spotted by
Oscar Neto

Fortaleza, CE, Brazil

Spotted on May 7, 2018
Submitted on Jun 17, 2018

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