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Venus Flytrap / Vênus Papa-Moscas

Dionaea muscipula

Description:

(Soland. ex Ellis)

Plantae: Magnoliopsida: Caryophyllales: Polygonineae (Non-Core Eudicots): Droseraceae

Outro nome: Dionéia.
Other name: Dionea.

Loja confiável onde a planta foi adquirida:
https://www.instagram.com/emporiodascarn...
https://facebook.com/emporiodascarnivora... (BRAZIL ONLY)

A segunda foto mostra as medidas. / The second picture displays the measures.

Hora / Hour: 20:52:30. / 08:52:30pm.

Habitat:

Devido aos seus habitats naturais, Dionaea muscipula podem viver várias semanas debaixo d'água. Estes incluem pântanos com pouco nitrogênio disponível e, além do mecanismo de defesa contra herbivoria, são um dos principais motivos ocasionadores da evolução predatória da planta para capturar presas ricas em nitrogênio, fornecendo-as com o que o solo não provê.

Due to their natural habitats, Dionaea muscipula can live for several weeks underwater. These include swamps and bogs with poor nitrogen and, besides the defensive mechanism against herbivory, it is one of the main reasons that caused the evolution in the plant to be able to capture nitrogen-rich prey, providing them with what the soil lacks.

Notes:

Dionaea muscipula é a única espécie dentro do gênero Dionaea, sem subespécies, e pertence à classe Magnoliopsida, ordem Caryophyllales, subordem Polygonineae e família Droseraceae. O nome popular "Vênus papa-moscas" vem da deusa Romana do amor e da fertilidade.

São plantas carnívoras (termo correto, pois elas podem comer pequenos Amphibia, aranhas e insetos) que produzem folhas com uma armadilha distalmente do bulbo central. Essa armadilha cresce lentamente sem aberturas visíveis, abrindo, então, ao amadurecer e visualmente começar a lembrar uma boca. Esse mecanismo de armadilha é uma forma evoluída de defesa contra a herbivoria, também atuando como um fornecedor de nutrientes à planta, que normalmente cresce em solo pobre. As armadilhas necessitam de elasticidade e turgidez para funcionar adequadamente.

Há pequenas cerdas dentro da armadilha que precisam ser estimuladas para enviar um sinal consistindo de íons de cálcio (Ca, número atômico 20) às células entre os lobos e o fulcro. A parede externa de células dos lobos podem secretar prótons nas paredes celulares, afrouxando-as e permitindo que se encham rapidamente por osmose. Esta é uma das explicações fornecidas para o mecanismo exato que faz com que as armadilhas fechem, e ainda é alvo de especulação. Outra teoria é que a parede interna da armadilha pode secretar outros íons, permitindo que a água saia, fazendo com que as células entrem em colapso. Ambas estas teorias podem estar corretas ou parcialmente corretas, erradas, ou apenas uma está correta ou parcialmente correta. Entretanto, é sabido que as cerdas-gatilho possuem um importante papel neste mecanismo. Pelo menos duas cerdas precisam ser estimuladas ao mesmo tempo para que o fechamento ocorra; isso evita que uma simples gota de água da chuva ative a armadilha em vão. Quando um inseto entra na armadilha ele ativa o fechamento, e os movimentos constantes deste tentando escapar continuam estimulando as cerdas-gatilho. Isto faz com que o fechamento da armadilha fique mais forte, permitindo que a planta venha a digerir a presa. Se inexistirem estímulos nas cerdas em uma armadilha fechada, a planta entenderá que seu interior está vazio ou que o que ativou a armadilha foi água, um inseto já morto ou outros materiais sem valor nutritivo, e irá abrir para evitar o gasto de energia digerindo algo sem valor. O processo de fechamento demanda muita energia da planta; se ela fechar-se sem recuperar a energia perdida ao digerir um inseto, a armadilha estará mais propensa a murchar ou morrer. A digestão ocorre através de enzimas secretadas nos lobos e pode variar em duração, atingindo até 10 dias, talvez mais. Quando a digestão acaba, a armadilha irá abrir novamente e um exoesqueleto será deixado no interior, sem necessidade de ser removido.

Dionaea muscipula não precisam se alimentar pra viver. Elas podem viver apenas com água e sol muito bem, desde que o substrato e os cuidados estejam adequados; a planta pode capturar presas por si só e, mesmo que não precise se alimentar, ficará mais vistosa se o fizer. Os substratos ideais para a planta são aqueles que são pobres em nutrientes devido às raízes sensíveis desta. As raízes funcionam principalmente na absorção de água; um substrato com quantidade média de nutrientes ou muitos nutrientes irão queimar as raízes e a planta provavelmente morrerá. São comumente vendidas em floriculturas em substrato de serrapilheira, que exige um pouco mais de água, mas que ainda sim funciona. Um bom substrato pode incluir uma mistura de areia de baixa qualidade nutricional e musgo Sphagnum sp. (Sphagnidae: Sphagnales: Sphagnaceae) (L.), mas podem viver bem apenas no musgo Sphagnum sp., precisamente a situação do sujeito retratado. Um substrato alternativo inclui uma mistura de areia de baixa qualidade nutricional e turfa. O pH do substrato deve estar entre 3.0 e 4.5.

Dionaea muscipula necessitam de luz solar e água em abundância para viver. Muito Sol com pouca água danificará a planta, como também muita água com pouco Sol. A água não deve conter cloro (Cl, número atômico 17) pois este elemento é tóxico à planta. Água filtrada, destilada ou água da chuva é recomendada. O substrato nunca deve ficar seco, e você pode regá-las muitas vezes ao dia se preciso, sempre certificando-se de que exista um equilíbrio entre água e luz solar e que a planta receba bastante luz solar.

Devido aos seus habitats naturais, Dionaea muscipula podem viver várias semanas debaixo d'água. Estes incluem pântanos com pouco nitrogênio disponível e, além do mecanismo de defesa contra herbivoria, são um dos principais motivos ocasionadores da evolução predatória da planta para capturar presas ricas em nitrogênio, fornecendo-as com o que o solo não provê.

Uma haste floral poderá desenvolver-se durante a primavera, formando pequenas flores brancas. Podem produzir muitas hastes de uma só vez. Durante o desenvolvimento das hastes florais, é natural que a planta fique menos vistosa pois o crescimento da haste demanda muita energia. Se a planta estiver passando por um processo de recuperação e uma haste começar a crescer, é recomendável cortá-la para evitar o gasto de energia. Polinização manual com a utilização de um cotonete pode ser feita; ao passar o cotonete no pólen do estame e então passar o cotonete cheio de pólen no pistilo da flor, há uma chance maior na produção de sementes, especialmente se for algo feito diariamente. As flores geralmente são hermafroditas. O método de polinização manual é, em grande, parte feito devido a falta de polinizadores naturais dentro de sua área de introdução. As sementes são pequenas, negras, brilhantes e em formato de gota d'água; simplesmente deixá-las NO TOPO do substrato úmido poderá germiná-las. As sementes precisam de luz solar, então quando for regar o substrato, evite jatos fortes de água que poderão enterrar as sementes. As sementes podem levar muito tempo para germinar.

Elas PODERÃO passar por um estado de dormência no inverno, quando a planta irá murchar, ficar preta e aparentar estar morta, mas isto não é uma regra. Porém, o hibernáculo central (uma pequena estrutura em formato de botão) está vivo e a planta eventualmente voltará a crescer. Durante a dormência, a resistência da planta ao frio é drasticamente aumentada. Atingir a dormência é supostamente problemática em áreas tropicais devido a falta do frio supostamente necessário para que o mecanismo se ative. Algumas pessoas recomendam colocar a planta em uma geladeira para induzir a dormência. Outras pessoas não recomendam isto devido ao grande risco de apodrecimento e preferem deixar o ciclo natural fluir. Na natureza, durante a dormência, a planta, por vezes, fica coberta de neve, então a falta de luz solar neste período pode não ser problemática, mas não possuo fontes confirmando isto. Além disso, quando a planta está aclimatada, dias mais frios, mesmo em zonas tropicais podem ativar o mecanismo de dormência, como notado por amigos. Além disso, o período de dormência parece também ocorrer no verão, algo que sugere que o que ativa a dormência pode não estar inteiramente conectado ao frio e mais estudos seriam necessários. A dormência é vital para drasticamente aumentar a longevidade da planta, mas algumas podem viver um tempo relativamente longo mesmo sem este período.

Sinônimos:

Dionea (Raf.), variante de escrita.
Dionaea corymbosa ((Raf.) Steud. (1840))
Dionaea crinita (Sol. (1990)) como sinônimo.
Dionaea dentata (D'Amato (1998)) nome publicado sem descrição.
Dionaea heterodoxa (D'Amato (1998)) nom.nud.
Dionaea muscicapa (St.Hil. (1824)) sphalm.typogr.
Dionaea sensitiva (Salisb. (1796))
Dionaea sessiliflora (Raf.) Steud. (1840)
Dionaea uniflora (Raf.) Steud. (1840)
Drosera corymbosa (Raf. (1833))
Drosera sessiliflora (Raf. (1833))
Drosera uniflora (Raf. (1833))

Há muitas variações de Dionaea muscipula. Você pode checar as variações originantes aqui: https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Ve...

E aqui: http://cpphotofinder.com/Dionaea.html

Há uma teoria proposta da história evolutiva destas plantas e das Drosera, inferida através de estudos filogenéticos, onde foi proposto que elas evoluíram através de cinco principais fatores:

1 - Grandes insetos poderiam se livrar das glândulas pegajosas da planta, necessitando um método de prender as presas de forma adequada e confiável para evitar o cleptoparasitismo e para fornecê-las um melhor método de digestão.
2 - A pressão evolutiva selecionou plantas com tempos de resposta mais lentos.
3 - Quanto mais ativa a armadilha se tornava, mais energia era necessária para prender as presas. As plantas que podiam, de alguma forma, diferenciar insetos de matéria aleatória ou gotas de chuva tinham uma vantagem, explicando a especialização dos tentáculos internos em cerdas-gatilho.
4 - Devido esta dependência em fechar-se para prender as presas, os tentáculos das Drosera sp. perderiam sua função original, transformando-se em "dentes" e cerdas-gatilho. Um exemplo de seleção natural que utiliza estruturas pre-existentes para novas funções.
5 - Glândulas digestivas se desenvolveram dentro da armadilha ao invés de usar o orvalho dos ramos, diferenciando-as das Drosera.

Certamente outros fatores evolutivos incluem seu estado de distribuição onde um solo pobre em nutrientes foi uma barreira para as plantas e a alimentação permitiria que elas adquirissem esses nutrientes, assim como ao mesmo tempo protegê-las contra a herbivoria.

Outras fontes:

https://www.tudosobreplantas.com.br/asp/...

https://pt.wikipedia.org/wiki/Dioneia

https://en.wikipedia.org/wiki/Venus_flyt...

https://en.wikipedia.org/wiki/Internatio...

Curiosidades interessantes sobre Caryophyllales: https://www.worldwidefruits.com/order-ca...

International Carnivorous Plants Society: http://legacy.carnivorousplants.org/cpn/...

Integração entre nutrição nitrogenada derivada da armadilha e raíz da carnívora Dionaea muscipula: https://nph.onlinelibrary.wiley.com/doi/...

ENGLISH VERSION HERE:

Dionaea muscipula is the sole species within the genus Dionaea, with no subspecies, and belongs in the class Magnoliopsida, order Caryophyllales, suborder Polygonineae and family Droseraceae. The common name "Venus flytrap" comes from the Roman goddess of love and fertility.

They are carnivorous plants (correct term as they can eat small Amphibia, spiders and insects) that produce leaves with a trap distally from the central bulb. This trap grows slowly with no visible openings, proceeding to open as it matures and visually look like a mouth. This trap mechanism is an evolved defence against herbivory while also acting as a nutrient provider to the plant, that usually grows in poor soil. The traps are required to be elastic and turgid to work properly.

There are tiny setae within the trap that need to be stimulated to send a signal consisting of calcium (Ca, atomic number 20) ions to the cells between the lobes and the fulcrum. The lobes' external layer of cells is able to secrete protons in the cell's wall, loosing them up and allowing them to fill up rapidly through osmosis. This is one of the explanations given to the exact mechanism that makes the traps shut, and is still target of speculation. Another theory is that the internal wall of the trap can secrete other ions, allowing the water to leave, making the cells collapse. Both of these can be correct or partially correct, wrong, or only one of these is correct or partially correct. It is known, though, that the trigger setae have an important role in this. At least two setae need to be triggered at the same time for the trapping to occur; this avoids that a simple rainwater drop triggers the mechanism in vain. When an insect gets inside the trap and triggers it to shut, the constant movements of the insect trying to escape will keep stimulating the trigger setae. This makes the traps' trapping mechanism stronger which will allow the plant to digest the prey. If there are no stimuli to the setae within a shut trap, the plant will understand that there is nothing inside or that what triggered the setae was probably water, an already dead insect or other materials and will open to avoid using up more energy to digest something not worthwhile. The shutting process takes away a lot of energy from the plant; if it shuts without recovering the energy lost by digesting an insect, the trap is more likely to wilt and die. Digestion occurs through enzymes secreted in the lobes and can vary in duration, reaching up to 10 days, maybe more. Once the digestion is finished, the trap will reopen and an exoskeleton will be left inside, with no need to be removed.

Dionaea muscipula do not need to feed to live. They can live with water and sunlight alone really well, assuming the substract and care are adequate; the plant can capture prey on its own and, even though it does not need to feed, the plant will become more flashy if it captures prey. The ideal substracts are those that are poor in nutrients due to the plant's sensitive roots. The roots are mainly there to absorb water; a substract with a medium quantity of nutrients or many nutrients will burn the roots and the plant will most likely die. They are usually sold in floricultures in litter substracts, which require more water than usual, but still works. A good substract can include a mixture of poor quality sand and Sphagnum sp. (Sphagnidae: Sphagnales: Sphagnaceae) (L.) moss, but they can live really well in Sphagnum sp. moss alone, as is the situation of the subject portrayed. An alternative substract includes a mixture of poor quality sand and peat. The substract's pH must be between 3.0 and 4.5.

Dionaea muscipula need abundant sunlight and abundant water to live. Too much sunlight with too little water will harm the plant as will too much water with too little sunlight. The water must not contain chlorine (Cl, atomic number 17) as this element is toxic to the plant. Filtered, distilled or rain water is recommended. The substract must never be allowed to dry, and you can water them many times a day if needed, always making sure there's a balance between water and sunlight and that they receive abundant sunlight.

Due to their natural habitats, Dionaea muscipula can live for several weeks underwater. These include swamps and bogs with poor nitrogen and, besides the defensive mechanism against herbivory, it is one of the main reasons that caused the evolution in the plant to be able to capture nitrogen-rich prey, providing them with what the soil lacks.

A floral stem might develop during spring, but is not a rule, proceeding to form small, white flowers. They can produce many floral stems at a time. During the development of the floral stems, it is natural that the plant will look less flashy as the stem's growth requires a great amount of energy to be used. The growth of the stem can sometimes kill a weakened plant. If the plant is undergoing a process of recovery and a stem begins to grow, it is recommended to cut it off to avoid the energy loss. Mechanical pollination (also called "hand polination") with the use of a swab can be done; by rubbing it on the polen of the stamen and then rubbing the polen-full swab on the pistil of the flower, there is a higher probability ratio for it to produce seeds, especially if done daily. The flowers are usually hermaphordites. This pollination method is mostly done due to the lack of natural pollinators within their introduced range. The seeds are small, black, shiny and water drop-shaped; simply leaving them ON the wet substract will most likely grow more plants. The seeds need to receive sunlight, so when watering the substract, avoid strong water jets that might bury the seeds. The seeds can take a very long time to germinate.

They MIGHT undergo a dormancy period in winter, when the plant will usually wilt, look black and dead, but this is not a rule. The central hibernacula (a little bud-like structure), though, is alive and the plant will resume growth in spring. During dormancy, resistance to cold is drastically increased. Achieving dormancy might be problematic in tropical areas due to the lack of the supposedly needed cold for the mechanism to activate. Starting in autumn it is, doubtfully, recommended by some people to place the plant in a fridge to induce the dormancy. Some people do not recommend this due to the great risk of rot and prefer to let the natural cycle roll out. In nature, during dormancy, the plant is usually covered in snow, so the lack of sunlight in this period might not be problematic, but I have no sources confirming this. Furthermore, when the plant gets used to the weather, colder days even under tropical zones might trigger the dormancy mechanism, as noted by various friends. Also, the dormancy seems to happen a lot during the summer as well (numerous reports on this from my friends), which suggests that what triggers the dormancy might not be entirely connected to the cold and further studies would be required. Dormancy is vital to drastically increase their longevity, but some plants are able to live a relatively long time even without the dormancy period.

Synonyms:

Dionea (Raf.), spelling variant.
Dionaea corymbosa ((Raf.) Steud. (1840))
Dionaea crinita (Sol. (1990)) as synonym.
Dionaea dentata (D'Amato (1998)) name published without description.
Dionaea heterodoxa (D'Amato (1998)) nom.nud.
Dionaea muscicapa (St.Hil. (1824)) sphalm.typogr.
Dionaea sensitiva (Salisb. (1796))
Dionaea sessiliflora (Raf.) Steud. (1840)
Dionaea uniflora (Raf.) Steud. (1840)
Drosera corymbosa (Raf. (1833))
Drosera sessiliflora (Raf. (1833))
Drosera uniflora (Raf. (1833))

There are many variations of Dionaea muscipula. You can check the variations here: https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Ve...

And here: http://cpphotofinder.com/Dionaea.html

There is a proposed evolutionary history theory to these plants and Drosera inferred through phylogenetic studies, in which it was proposed that they evolved due to five main factors:

1 - Large insects could break free from sticky glands alone, requiring a method of trapping prey reliably and adequately to avoid kleptoparasitism and to provide them with a better means of digestion.
2 - Evolutionary pressure selected plants with shorter response times.
3 - The more active the trap became, more energy was required to shut up on prey. Plants that could somehow differentiate insects from random matter or rain drops had an advantage, explaining the specialization of the inner tentacles into trigger hairs.
4 - Due to the reliance on closing around prey, the tentacles of a Drosera sp. would lose their original function, turning into the "teeth" and trigger hairs. This is an example of natural selection that utilizes pre-existing structures for new functions.
5 - Digestive glands were developed inside the trap instead of using the dews in the stalks, differentiating them from Drosera.

Certainly, other evolutionary factors included their distribution status in which the nutrient-poor soils were a barrier to the plants and feeding would allow them to acquire those nutrients, as well as at the same time protect them from herbivory.

Other sources:

https://www.tudosobreplantas.com.br/asp/...

https://pt.wikipedia.org/wiki/Dioneia

https://en.wikipedia.org/wiki/Venus_flyt...

https://en.wikipedia.org/wiki/Internatio...

Interesting curiosities around Caryophyllales: https://www.worldwidefruits.com/order-ca...

International Carnivorous Plants Society: http://legacy.carnivorousplants.org/cpn/...

Integration of trap‐ and root‐derived nitrogen nutrition of carnivorous Dionaea muscipula: https://nph.onlinelibrary.wiley.com/doi/...

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Oscar Neto
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Oscar Neto

Fortaleza, Ceará, Brazil

Spotted on May 2, 2018
Submitted on Jun 18, 2018

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