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Puss Caterpillar

Megalopyge lanata

Description:

(Stoll, 1780)

Lepidoptera: Apoditrysia: Zygaenoidea: Megalopygidae: Megalopyginae

Comprimento larval / Larval length: até / up to 55mm.

Envergadura alar / Wingspan: ♀ ~70 - 85mm / ♂ ~50mm.

Hora / Hour: 11:21:18am.

Habitat:

Áreas com muita vegetação, incluindo qualquer coisa debaixo desta margem que contenha suas plantas hospedeiras.

Areas with plenty of vegetation which includes anything under that margin that contains their host plants.

Notes:

Esta é uma lagarta pertencente à ordem Lepidoptera, subdivisão Apoditrysia, superfamília Zygaenoidea, família Megalopygidae e subfamília Megalopyginae.

As recém-eclodidas ficam próximas umas das outras até atingirem o próximo estágio de desenvolvimento. Seus pelos com cerdas emitem toxinas sob pressão que causam dano para a pele, incluindo (mas não limitado a) bolhas purulentas. O tratamento é feito com - entre outros métodos - compressas de gelo e anti-histaminas. No entanto, são muito raros (ou inexistentes) os acidentes com essa espécie que resultam em morte e os sintomas do sujeito podem ser facilmente remediados salvo em casos de alergia, uma situação que pode ocorrer com qualquer toxina, até mesmo uma ferroada de abelha que, ainda sim, dificilmente acarreta em danos mortais. Já me queimei de propósito com ela; sofri reação alérgica forte, sequer fui ao hospital e estou bem. As lagartas não são agressivas e NUNCA atacarão ninguém; a toxina é um mecanismo de defesa passivo - Apenas respeite e tudo fica bem.

A larva se alimenta de Persea americana, Coffea arabica, Psidium guajava, Mangifera indica, Prunus persica, Pyrus communis, Rosa sp., Citrus sp. e Hura crepitans, com a possibilidade de existirem muitas outras hospedeiras dado sua natureza polifitófaga. Os pelos são amarronzados e o corpo é dorsalmente esbranquiçado com "verrugas" vermelhas nas laterais de cada segmento. A superfície ventral é marrom-avermelhada com "verrugas" avermelhadas. Cada segmento é separado por uma área negra. Cabeça retrátil. Os pelos acima e abaixo de cada estigma são inseridos acima dos espiráculos e plantados em protuberâncias, sendo menos saturados que outros.

Passam por cerca de 7 ecdises e medem de 50 a 55mm de comprimento, mas esta informação é controversa. O estágio larval é relativamente extenso, consistindo de um período de vida livre e um período de abrigo que é considerado o estágio pré-ninfal. O estágio ninfal é curto e a fase adulta reduzida. Desconheço o tempo de incubação dos ovos, mas foi registrado em cerca de 15 dias. Na planta hospedeira, a lagarta busca por um local adequado para construir o casulo, este constituindo grande parte de sua vida. O casulo é feito de fortes estruturas protetivas. A estrutura é, de certa forma, prateada. Em cima desta superfície primária a lagarta constrói uma estrutura secundária com fios englobulados, amarronzados e grossos. O casulo é finalmente preso à superfície (como troncos) e são muito difíceis de remover sem a ajuda de um objeto cortante que provavelmente o danificará. Depois do quarto dia, a aderência tecidual dentro do casulo torna impossível ou semi-impossível visualizar o interior. O casulo pode proteger o indivíduo com eficiência.

De acordo com um estudo fornecido abaixo, os machos adultos provindos do grupo coletado sempre eclodiram em menores números do que as fêmeas com uma relação aproximada de 1 : 2. Machos diferenciam-se consideravelmente das fêmeas; as antenas são fortemente bipectinadas e plumosas nos machos, enquanto as antenas das fêmeas são ciliadas. As antenas das fêmeas são mais delicadas. Fêmeas de M. lanata podem possuir uma envergadura alar entre 70 e 85mm e são sempre mais robustas do que os machos, que possuem uma envergadura de aproximadamente 50mm. Fêmeas possuem mais pelos do que os machos. As asas anteriores das fêmeas são completamente cobertas por uma negra e abundante pubescência. Dicromismo sexual presente; machos exibem tons de rosa mais abundantes do que as fêmeas, cujas cores são predominantemente escuras exceto nas asas. As asas dos machos e das fêmeas são - para mais ou para menos - de coloração similar. A parte superior do tórax e abdome das fêmeas é negra, enquanto machos exibem, em abundância, cores rosas ornamentadas nestas áreas. A extremidade abdominal das fêmeas é coberta por pelos cor-de-creme. A extremidade abdominal dos machos também possui pelos de coloração creme mas a área em que estes ocorrem é significativamente reduzida. A parte superior do abdome de adultos de M. lanata é ornamentada com faixas de cores alternando entre preto e rosa até o ponto de encontro com a zona terminal cor-de-creme. Os machos possuem faixas rosas mais largas do que as faixas pretas.

Aparentemente, as fêmeas são mais calmas que os machos após a eclosão; provavelmente relacionado com o instinto de conservação da espécie.

Phorocera platensis e Zygozenilla sp. (possivelmente um ex-gênero? Requer confirmação) parecem parasitar M. lanata.

Como uma medida protetiva contra ataques e ameaças do ambiente, os ovos são depositadas em uma parede ou tronco em curtas fileiras e cobertas pelas cerdas de coloração creme do ápice do abdome da fêmea; pelos negros de outras partes do corpo da fêmea também podem estar presentes. Isto auxilia no desenvolvimento da espécie.

Oviposição pode durar vários dias e mais que 290 ovos podem ser depositados. Os ovos são cheios de vitelo.

FONTES:

http://www.scielo.br/pdf/aesalq/v8/13.pd...

https://revistas.ufg.br/iptsp/article/vi...

https://www.researchgate.net/publication...

http://www.agrolink.com.br/problemas/lag... - filtrem apenas as coisas boas destes sites pois nunca vi um que proporcione informações benéficas ao meio ambiente.

http://www.defesavegetal.net/megala - filtrem apenas as coisas boas destes sites pois nunca vi um que proporcione informações benéficas ao meio ambiente.

http://www.infobibos.com/artigos/2008_3/... - Leiam o final também.

ENGLISH VERSION HERE:

This is a caterpillar belonging to the order Lepidoptera, subdivision Apoditrysia, superfamily Zygaenoidea, family Megalopygidae and subfamily Megalopyginae.

Offsprings stay close to each other until they reach the next developmental stage. Their bristled hairs emit toxins upon pressure and will cause damage to the skin, including but not limited to purulent bubbles. Treatment is made with - among other methods - ice packs and antihistamines. Nevertheless, accidents with this species very rarely (or never) end in death and the symptoms can be remedied with ease unless the subject affected is allergic, a situation that can occur with pretty much any toxin, even a bee sting, and even then these situations are not always fatal. I purposedly burned myself with the toxin and suffered an intense allergic reaction but never went to the hospital and am alive. The caterpillars are not aggressive and will NEVER attack anyone; the toxin is a defensive and passive mechanism - Just respect and all is fine.

The larva feeds on Persea americana, Coffea arabica, Psidium guajava, Mangifera indica, Prunus persica, Pyrus communis, Rosa sp., Citrus sp. and Hura crepitans, with the possibility of more hosts existing given their polyphytophagou nature. The hairs are brownish and the body has an overall dorsal whitish coloring and red bumps on the laterals of each segment. The ventral surface is reddish-brown with reddish bumps. Each segment is separated by a black part. Head retractable. Right above and below each stigma there are hairs which are inserted above the spiracles are planted on protuberances, possessing less saturarion than the others.

They undergo around 7 molts and measure from 50 to 55mm in length, but this information is controversial. Larval phase is relatively extended with a stage consisting of a period of free life and a stage of sheltering which is considered a pre-nymphal stage. Nymphal stage is short and the adult phase reduced. Egg incubation time unknown to me, but registered at around 15 days. On the host plant the caterpillar searches for a suitable place to make the cocoon, consisting of a large chunk of their life. The cocoon is made of protective, strong structures. The structure is silvery. Over this primary surface the caterpillar builds a secondary structure with brownish, globular, relatively thick strings. The cocoon is finally attached to a surface (like trunks) and is very hard to remove without the aid of a cutting object which will probably damage it. After the fourth day the tissue adherence inside the cocoon makes for impossible or semi-impossible sight of the insides. The cocoon is able to protect the individual with efficiency.

According to a study sourced below, adult males always eclosed in less numbers from the groups randomly collected with an approximate relation of 1 : 2. Males differ considerably from females; antennae are strongly bipectinate and featherish on males, while the antennae of females are ciliated. The antennae of females are more delicate. Females of M. lanata can have a wingspan between 70 and 85mm and are always more robust than males, which have a wingspan of approximately 50mm. Females have more hairs than males. The forewings of the females are entirely covered by an abundant black pubescence. Sexual dichromism present; males exhibit more abundant pinkish shades than females, which colors are predominantly dark except for the wings. The wings of both males and females are more or less similarly colored. The female's superior part of the thorax and abdomen is blackish, while males exhibit abundantly ornamented pinkish colors in those areas. Female's abdominal extremity is covered in cream-colored hairs. Males's abdominal extremity also have cream-colored hairs but the area in which those occur is significantly smaller. The superior part of the abdomen of adults of M. lanata is ornamented by alternating black and pink bands until the meeting point of the terminal cream-colored zone. Males possess large pink bands, larger than the black bands.

Females seem to be more calm than males after ecloding; probably relationed with the conservational instinct of the species.

Phorocera platensis and Zygozenilla sp. (possibly and ex-genus? Requires confirmation) seem to parasitize M. lanata.

As a protective measure against attacks and environmental threats, the eggs are laid on a wall or trunk in short rows and covered in cream-colored setae from the apex of the female abdomen; stray black hair might also be present from other parts of the female's body. This helps the species develop.

Ovipositioning can last several days and 290+ eggs can be laid. The eggs are full of vitelus.

SOURCES:

http://www.scielo.br/pdf/aesalq/v8/13.pd...

https://revistas.ufg.br/iptsp/article/vi...

https://www.researchgate.net/publication...

http://www.agrolink.com.br/problemas/lag... - only filter good things in these websites, as I've never seen one that provides beneficial informations to nature.

http://www.defesavegetal.net/megala - only filter good things in these websites, as I've never seen one that provides beneficial informations to nature.

http://www.infobibos.com/artigos/2008_3/... - Read the end as well.

Species ID Suggestions



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2 Comments

Maria dB
Maria dB 11 months ago

Wow, you are brave to purposely touch it to see what the toxin would do. I find insects fascinating but would not experiment like that. Interesting spotting!

DanielePralong
DanielePralong 11 months ago

Your spotting has been nominated for the Spotting of the Week. The winner will be chosen by the Project Noah Rangers based on a combination of factors including: uniqueness of the shot, status of the organism (for example, rare or endangered), quality of the information provided in the habitat and description sections. There is a subjective element, of course; the spotting with the highest number of Ranger votes is chosen. Congratulations on being nominated Oscar!

Oscar Neto
Spotted by
Oscar Neto

SC, Brazil

Lat: -26.83, Long: -49.28

Spotted on Jul 4, 2017
Submitted on Oct 24, 2018

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