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Fiery Skipper

Hylephila phyleus phyleus

Description:

(Drury, 1773)

Lepidoptera: Rhopalocera: Papilionoidea / Hesperioidea: Hesperiidae: Hesperiinae

Envergadura alar / Wingspan: ~3-4cm.

Sex: ♂

Hora / Hour: 11:24:18. / 11:24:18am.

Habitat:

Preferem áreas residenciais que possuem suas plantas hospedeiras mas também podem ser encontradas, supostamente de forma menos comum, em terras selvagens.

They favor residential areas that grow their host plants but can also be found, supposedly less commonly, in wildlands.

Notes:

Hylephila phyleus phyleus é uma borboleta da ordem Lepidoptera, subdivisão Rhopalocera, superfamília Papilionoidea (alguns autores insistem em Hesperioidea), família Hesperiidae e subfamília Hesperiinae.

A subespécie é também conhecida por H. phyleus muertovalle, e alguns autores vão muito além, alocando outras subespécies dentro da subespécie H. phyleus phyleus, então creio que, baseado nas fontes que forneci mais abaixo desta postagem, é seguro chamar esta borboleta de Hylephila phyleus phyleus dado às similaridades morfológicas vistas e estado de distribuição.

Sua envergadura alar está entre 3 e 4cm. Os machos são normalmente vistos pousados em jardins ou áreas de mata aguardando as fêmeas. Baseado na informação disponibilizada mais abaixo, este é um macho. Depois de serem engravidadas, as fêmeas irão depositar os ovos individualmente debaixo das folhas de plantas e debaixo de objetos. As lagartas irão se alimentar das folhas da planta em que foram ovipositadas com a característica incomum de enrolar e amarrar essas folhas para fazerem abrigos que se posicionam ao decorrer do inferior de lâminas de grama (Scott, 1986).

As plantas hospedeiras das larvas conhecidas incluem Cynodon dactylon ((L.) pers., 1805) (Poaceae: Chloridoideae: Cynodonteae) ("grama-bermuda"), Digitaria sanguinalis ((L.) Scop) (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) ("milhã" / "milhã-de-pendão" / "milhã-digitada" / "pé-de-galinha") e possivelmente outras Digitaria, Stenotaphrum secundatum (Trin.) (Poaceae: Panicoideae: Panicodae: Paniceae: Cenchrinae) ("grama Sto. Agostinho"), Paspalum sp. (L.) (Poaceae: Panicoideae: Paspaleae: Paspalineae) ("dallisgrass" - EN), Agrostis sp. (L.) (Poaceae: Pooideae: Aveneae) ("bentgrass" - EN), Eragrostis (Neeragrostis para alguns autores) hypnoides ((Lam.) Britt., Sterns & Poggenb.) (Poaceae: Chloridoideae: Eragrostideae: Eragrostidinae) ("teal lovegrass" -EN), Poa pratensis (L.) (Poaceae: Pooideae: Poeae) ("cabelo-de-cão-de-colmo-liso" / "erva-de-febra"), Saccharum officinarum (L.) (Poaceae: Panicoideae: Sacchareae: Saccharinae) ("cana-de-açúcar") e Axonopus compressus ((Sw.) P.Beauv.) (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) ("grama-São-Carlos" / "grama-curitibana" / "grama-sempre-verde" / "grama tapete" / "capim-banana" / "pasto"). Há ainda a possibilidade de existirem muitas outras plantas hospedeiras.

As plantas hospedeiras das adultas conhecidas incluem Bidens pilosa (L.) (Asteraceae: Asteroideae: Coreopsideae) ("picão-preto"), Blechum pyramidatum ((Lam.) Urb.) (Acanthaceae: Acanthoideae: Ruellieae: Ruellinae) ("Browne's belchum" - EN), Cestrum diurnum (L.) (Solanaceae: Cestroideae (ex: Browallioideae?): Cestreae) ("day jessamine" - EN), Chromolaena odorata (L.) (Asteraceae: Asteroideae: Eupatorieae) ("blue mistflower" - EN), Citrus sp. (L.) (Rutaceae: Aurantioideae: Citreae: Citrinae), Kallstroemia maxima ((L.) Hook. & Arn.) (Zygophyllaceae: Tribuloideae) ("big caltrop" - EN), Macroptilium atropurpureum ((DC.) Urb.) (Fabaceae: Faboideae: Phaseoleae: Phaseolinae) ("siratro"), Portulaca oleracea (L.) (Portulacaceae: Portulacarioideae) ("beldroega comum" / "baldroega" / "onze-horas" / "salada-de-negro"), Tournefortia hirsutissima (L.) (Boraginaceae: Heliotropioideae) ("chiggery grapes" / "soldier bush"), Centaurea sp. (L.) (Asteraceae: Centaureinae: Cynareae: Centaureinae) ("centáurea"), Vernonia sp. (Schreb.) (Asteraceae: Cichorioideae: Vernonieae) ("vassourão" / "boldo-baiano"), cardos da tribo Cardueae (sin: Cynareae) (Asteraceae: Carduoideae), Aster sp. (L., 1753) (Asteraceae: Asteroideae: Astereae) ("áster"), e Clethra alnifolia (provavelmente outras Clethra também) (L.) (Clethraceae) ("coastal sweet pepperbush" / "summersweet" - EN). Há ainda a possibilidade de existirem muitas outras plantas hospedeiras.

Os machos e fêmeas adultos podem ser diferenciados através de uma cuidadosa observação. Ambos os machos e as fêmeas possuem antenas curtas e entortadas na ponta, características de Hesperiídeos em um senso geral, e padrões alares marrons e laranjas. A diferença da fêmea para o macho pode ser notada através do número maior e tamanho maior das manchas marrons na parte superior e inferior das asas. As bordas das asas dos machos possuem marcações marginais e uma aparência dentada (Brock and Kaufman, 2006). Possuem variações que podem ser notadas nos adultos no deserto ao Sudoeste e na Califórnia; estes possuem uma tendência atenuada na coloração, especialmente perto do Vale da Morte na Califórnia. Os adultos podem acasalar assim que emergem e as fêmeas podem depositar ovos de três a quatro vezes após o acasalamento. Cada fêmea poderá depositar entre 50 e 150 ovos. As larvas possuem atividade noturna e irão permanecer dentro dos abrigos até o anoitecer. Após o terceiro ínstar, as larvas começarão a tecer seda devido à proximidade ao estágio pupa. As pupas ficarão dentro dos abrigos de folhas. As fêmeas adultas emergidas irão buscar habitats apropriados, enquanto os machos irão pousar e esperar que as fêmeas venham. É sugerido por Shapiro, 1975 que as fêmeas viajaram cerca de 37 metros por dia, e os machos cerca de 30 metros por dia. Shapiro também sugere que o maior dispersamento ocorre imediatamente após a emergência.

Os primeiros estágios das pupas são amarelo-verdes, amadurecendo em uma coloração marrom; quando o momento da emergência se aproxima, as asas dos adultos são visíveis. Durante este último período, o sexo já pode ser determinado. O casulo pode ser feito da planta hospedeira e seda, debaixo do abrigo, mas na ausência dos materiais necessários, elas podem pupar sem um casulo.

Os primeiros ínstares das larvas são verdes, mudando para um marrom escuro nos ínstares finais. As larvas do primeiro ínstar possuem um comprimento entre 2 e 3.9mm, aumentando para um valor entre 17.9 e 29.9mm ao início do quinto ínstar. A cápsula da cabeça do primeiro ínstar possui uma largura entre 0.4mm e 0.5mm, enquanto no quinto ínstar a cápsula da cabeça possui uma largura entre 2.7 e 3mm. Um largo, negro e constrito segmento atrás da cápsula da cabeça é proeminente em todos os ínstares. O estágio larval dura cerca de 16 dias, quando as larvas irão pupar e emergir entre 7 e 10 dias depois como adultos.

Os ovos são brancos quando depositados e remetem à pérolas, mudando para um tom de azul após alguns dias. Possuem um diâmetro de cerca de 0.75mm e uma altura de cerca de 0.52mm.

Preferem estações úmidas, mas ocorrem em todos os meses dos anos dentro de sua distribuição permanente. Preferem áreas residenciais que possuem suas plantas hospedeiras mas também podem ser encontradas, supostamente de forma menos comum, em terras selvagens.

Fontes:

http://entnemdept.ufl.edu/creatures/BFLY... - Observem a seção "Selected References" ao fim do artigo deste link; há muitos trabalhos bons e interessantes lá. Ainda sim, eu e todos os meus perfis de todas as mídias que possuo uma conta, posicionam-se contra quaisquer reivindicações que estimulem as pessoas a matarem insetos. Se você segue minha linha de pensamento (que vai MUITO além das variáveis de cada caso, incluindo infestações e desequilíbrios ambientais), filtre as informações de cada artigo e link para adequá-los à sua crença.

https://www.butterfliesandmoths.org/spec...

http://butterfliesofamerica.com/hylephil...

https://en.wikipedia.org/wiki/Fiery_skip...

http://ftp.funet.fi/index/Tree_of_life/i...

ENGLISH VERSION HERE:

Hylephila phyleus phyleus is a butterfly in the order Lepidoptera, subdivision Rhopalocera, superfamily Papilionoidea (some authors insist on Hesperioidea), family Hesperiidae and subfamily Hesperiinae.

The subspecies is also known as H. phyleus muertovalle, and some authors go as far as to allocate other subspecies inside the subspecies H. phyleus phyleus, so I believe, based on the sources I have posted deep below this post, that it is safe to call this butterfly a Hylephila phyleus phyleus given the morphological attributes and distribution status.

Their wingspan ranges from 3 to 4cm. Males are usually seen perching in lawns or weedy places to wait for females. Based on the information displayed below, this is a male. After being impregnated, the females will lay their eggs individually under the leaves of plants and under objects. The caterpillars will feed on the leaves of the plant they were laid on with an unusual trait of rolling and tying up those leaves to make shelters that lie lengthwise under grass blades (Scott, 1986).

The known host plants of the larvae include Cynodon dactylon ((L.) Pers., 1805) (Poaceae: Chloridoideae: Cynodonteae) ("bermuda grass"), Digitaria sanguinalis ((L.) Scop) (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) ("hairy crabgrass") and possibly other Digitaria, Stenotaphrum secundatum (Trin.) (Poaceae: Panicoideae: Panicodae: Paniceae: Cenchrinae) ("St. Augustine grass"), Paspalum sp. (L.) (Poaceae: Panicoideae: Paspaleae: Paspalineae) ("dallisgrass"), Agrostis sp. (L.) (Poaceae: Pooideae: Aveneae) ("bentgrass"), Eragrostis (Neeragrostis to some authors) hypnoides ((Lam.) Britt., Sterns & Poggenb.) (Poaceae: Chloridoideae: Eragrostideae: Eragrostidinae) ("teal lovegrass"), Poa pratensis (L.) (Poaceae: Pooideae: Poeae) ("Kentucky bluegrass"), Saccharum officinarum (L.) (Poaceae: Panicoideae: Sacchareae: Saccharinae) ("sugarcane") and Axonopus compressus ((Sw.) P.Beauv.) (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) (" broadleaf carpetgrass" / "American carpet grass" / "carpet grass" / "tropical carpet grass" / "blanket grass" / "lawn grass" / "Louisiana grass" / "savanna grass" / "Kearsney grass"). There is a high probability of the existence of many more host plants.

The known host plants of the adults include Bidens pilosa (L.) (Asteraceae: Asteroideae: Coreopsideae) ("hairy beggarticks"), Blechum pyramidatum ((Lam.) Urb.) (Acanthaceae: Acanthoideae: Ruellieae: Ruellinae) ("Browne's belchum"), Cestrum diurnum (L.) (Solanaceae: Cestroideae (ex: Browallioideae?): Cestreae) ("day jessamine"), Chromolaena odorata (L.) (Asteraceae: Asteroideae: Eupatorieae) ("blue mistflower"), Citrus sp. (L.) (Rutaceae: Aurantioideae: Citreae: Citrinae), Kallstroemia maxima ((L.) Hook. & Arn.) (Zygophyllaceae: Tribuloideae) ("big caltrop"), Macroptilium atropurpureum ((DC.) Urb.) (Fabaceae: Faboideae: Phaseoleae: Phaseolinae) ("siratro" / purple bush-bean"), Portulaca oleracea (L.) (Portulacaceae: Portulacarioideae) ("little hogweed"), Tournefortia hirsutissima (L.) (Boraginaceae: Heliotropioideae) ("chiggery grapes" / "soldier bush") Centaurea sp. (L.) (Asteraceae: Centaureinae: Cynareae: Centaureinae) ("knapweed"), Vernonia sp. (Schreb.) (Asteraceae: Cichorioideae: Vernonieae) ("ironweed"), thistles in the tribe Cardueae (syn: Cynareae) (Asteraceae: Carduoideae), Aster sp. (L., 1753) (Asteraceae: Asteroideae: Astereae) ("asters") and Clethra alnifolia (probably other Clethra as well) (L.) (Clethraceae) ("coastal sweet pepperbush" / "summersweet"). There is a high probability of the existence of many more host plants.

Adult males and females can be differentiated through careful examination. Both the male and the females have short, knobbed antennae, characteristic to Hesperiids in a general sense, and orange and brown patterned wings. The difference from a female and a male can be noted on the greater number and larger size of brown patches on both the top and underside of the wings. The edges of the males' wings possess black marginal markings and a toothed appearance (Brock and Kaufman, 2006). They possess variations as can be noted from the adults in the desert Southwest and California, which tend to be lighter in color, especially near Death Valley in California. Adults are able to mate the day they emerge and females can lay eggs three to four days after mating. Each female may deposit from 50 to 150 eggs. The larvae are nocturnal in activity and will remain in those shelters until nightfall. After the third instar, the larvae will begin to spin silk as the pupa stage nears. The pupae will stay in the leaf shelters. The emerged adult females will look for suitable habitats, while the males will perch and wait for the females to come by. It is suggested by Shapiro, 1975 that females were found to have traveled an average of 37 meters per day, with males traveling an average of 30 meters per day. Shapiro also suggests most dispersal occurs immediately after emergence.

The early stages of the pupae are yellow-green, maturing into a brown color, with the forewings of the adult visible as it nears eclosion. During this last period, the sex can already be determined. A cocoon can be made of the host plant and silk under a shelter, but if there is no availability of the materials needed, they can pupate without a cocoon.

The first instars of the larvae are green, turning into a darker brown in the later instars. First instar larvae possess a length that ranges from 2 to 3.9mm and increases from 17.9 to 29.9mm by the fifth instar. The head capsule of the first instar has a width that ranges from 0.4mm to 0.5mm, while the fifth instars' head capsule's width ranges from 2.7 to 3mm. A large, black, constricted segment behind the head capsule is prominent in all instars. The larval stage lasts around 16 days, when the larva will pupate and emerge 7 to 10 days later as adults.

The eggs are white when laid and reminiscent of pearls, turning into a shade of blue after a couple of days. They have a diameter of around 0.75mm and a height of around 0.52mm.

They prefer wet seasons, but occur during all months of the year within their permanent range.

Sources:

http://entnemdept.ufl.edu/creatures/BFLY... - Take a look at the "Selected References" at the end of the article in this link; there are plenty of good and interesting works there. Still, all my profiles in every single media I have an account in, and myself, reject any claims that stimulates people to kill insects. I position myself against this, and this is my position and should be respected. If you follow my beliefs system (which goes way deeper and beyond the variables for each case, including infestations and environmental imbalance), make sure to filter the informations on each article and link to fit them under your belief system.

https://www.butterfliesandmoths.org/spec...

http://butterfliesofamerica.com/hylephil...

https://en.wikipedia.org/wiki/Fiery_skip...

http://ftp.funet.fi/index/Tree_of_life/i...

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Oscar Neto
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Fortaleza, CE, Brazil

Spotted on May 20, 2018
Submitted on Jun 23, 2018

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