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Great Southern White / Borboleta-Brancão / Curuquerê-da-Couve

Ascia monuste orseis

Description:

(Godart, 1819)

Lepidoptera: Bombycina: Papilionoidea: Pieridae: Pierinae: Pierini

Data / Date (P = Foto / Photo):
P1: 20 de Maio, 2018 às 11:06:04. / 20th of May, 2018 at 11:06:04am.
P2: 7 de Agosto, 2017 às 13:27:16. / 7th of August, 2017 at 01:27:16pm.

A primeira foto é de um macho e a segunda de uma fêmea. A primeira foto foi tirada no Ceará, Fortaleza e todas as outras em Santa Catarina, Benedito Novo, em 2017, e só me é conhecida a data exata da primeira e segunda foto. A terceira e quarta fotos são, respectivamente, a crisálida fresca e madura. A quinta e sexta fotos são das larvas.

The first picture is of a male and the second of a female. The first picture was taken in Brazil, Ceará, Fortaleza and all others in Brazil, Santa Catarina, Benedito Novo in 2017 but I only know the date of the first and second picture. The third and fourth pictures are, respectively, of the fresh chrysalis and of the matured chrysalis. Fifth and sixth pictures are of the larvae.

Habitat:

Podem ser encontradas em florestas primárias e secundárias onde suas plantas hospedeiras possam ser encontradas. São comumente vistas em habitats urbanos e suburbanos, e campos, campos de colheita e áreas de matagal.

They can be found in primary and secondary forests where their host plants can be found. They are very commonly seen in suburban and urban habitats, and fields, crop fields and weedy areas.

Notes:

Ascia monuste (Linnaeus, 1764) é a única espécie do gênero Ascia (Scopoli, 1777) com a seguintes subespécies:

Ascia monuste monuste (Linnaeus, 1764) (Sul dos Estados Unidos ao Suriname)
Ascia monuste phileta (Fabriciusm 1775) (Sudoeste dos Estados Unidos (vagantes) (Georgia; Virginia; Flórida), Oeste do México & Sul do Téxas à América do Norte e América do Sul; Sul das Pequenas Antilhas; Oeste)
Ascia monuste virginia (Godart, 1819) (Oeste das Índias, São Vincente)
Ascia monuste eubotea (Godart, 1819) (Cuba)
Ascia monuste orseis (Godart, 1819) (Brasil, Argentina)
Ascia monuste suasa (Boisduval, 1836) (Peru)
Ascia monuste automate (Burmeister, 1878) (Argentina)
Ascia monuste raza (Klots, 1930) (Baixa Califórnia do Sul)

(http://ftp.funet.fi/index/Tree_of_life/i...)

Ascia monuste orseis é um membro da ordem Lepidoptera, subdivisão Bombycina, superfamília Papilionoidea, família Pieridae, subfamília Pierinae, tribo Pierini e subtribo Pierina.

Os adultos são em grande parte borboletas brancas de tamanho mediano com ápices antero-alares de coloração amarronzada e marcas amarronzadas na beirada posterior das asas posteriores. Ocasionalmente, algumas marcas negras podem ser encontradas através das asas. Os olhos são compostos; as antenas eretas e negras com uma notável ponta de coloração ciano; o início da junção entre as asas posteriores e da lateral do abdome possui uma marca amarela presente. Posteriormente aos olhos pode ser visto uma marca amarela que remete à uma sobrancelha. O aparelho bucal é espiral e longo. A vista dorsal consiste em uma coloração uniforme e branca com as partes marrons (mencionadas anteriormente) em suas respectivas posições. As pernas são normalmente brancas com partes escuras em alguns indivíduos. A cabeça possui pelos proeminentes. A subespécie possui dimorfismo sexual; próximo à metade da margem costal das asas anteriores, as fêmeas possuem uma linha negra decrescente, ausente nos machos. O sujeito retratado é um macho. Apesar da linha negra estar um pouco falha neste espécime (esperem por melhores fotos no futuro), o indivíduo da segunda da foto é uma fêmea.

Algumas das plantas hospedeiras das lagartas incluem Eruca sativa (Mill.) (Brassicaceae), Cakile maritima (Giovanni Antonio Scopoli) (Brassicaceae: Brassiceae), Gossypium sp. (L.) (Malvaceae), Manihot sp. (Euphorbiaceae) Glycine max (L. Merrill) (Fabaceae: Faboideae), Lepidium sp. (L.) (Brassicaceae: Brassicoideae: Lepidieae), Nasturtium sp. (W.T. Aiton) (Brassicaceae: ???), Zea mays (L.) (Poaceae: Panicoideae: Maydeae), Nicotiana sp. (L.) (Solanaceae: Nicotianoideae: Nicotianeae), Lactuca sativa (L.) (Asteraceae), Oryza sp. (L.) (Poaceae: Oryzoideae: Oryzeae: Oryzinae), Brassica oleracea "Italica" (L.) (Brassicaceae), Brassica oleracea "Capitata" (L.) (Brassicaceae), Brassica oleracea "Botrytis" (L.) (Brassicaceae), Raphanus sativus (L.) (Brassicaceae), Saccharum sp. (L.) (Poaceae: Panicoideae: Sacchareae), Arachis hypogaea (L.) (Fabaceae: Faboideae: Dalbergieae), Triticum sp. (L.) (Poaceae: Pooideae), Brassica napus (L.), Brassica rapa (L.) & Brassica juncea ((L.) Czern.) (Brassicaceae), Passiflora sp. (L.) (Passifloraceae: Passifloroideae: Passifloreae), Solanum tuberosum (L.) (Solanaceae: Solanoideae: Solaneae - Necessita de confirmação)), Sinapis alba (L.) Brassicaceae e possivelmente muitas outras; entretanto, há a aparente preferência por Brassicaceae. Os adultos se alimentam do néctar de uma vasta seleção de plantas como algumas, a maioria ou todas Amaranthaceae, talvez Batis sp.; Lantana sp. (L.) (Verbenaceae) (não restrita à Lantana camara (L.)), Verbena sp. (L.) (Verbenaceae), Cuphea gracilis (Kunth) (Lythraceae: Lythroideae) e possivelmente muito mais.

Os adultos são atraídos pelos glicosinolatos presentes na família Brassicaceae e pousam nestas plantas para ovopositar. Os ovos são depositados em diferentes partes da planta e isto depende do hospedeiro. Uma média de 43 ovos são depositados por vez, mas podem atingir uma incrível quantia de 245 ou mais, estes sendo ovipositados individualmente ou aglomeradamente. As larvas inicialmente se alimentam do corion e dos ovos ao eclodirem devido à necessidade de proteínas, como é sugerido. Canibalismo pode ocorrer se os ovos forem depositados em plantas que já contém coespecíficos. Assim sendo, não são estritamente herbívoros.(https://en.wikipedia.org/wiki/Ascia#cite_note-7)

O elevado metabolismo e taxas de crescimento das larvas requerem proteínas, explicando parcialmente o comportamento anteriormente mencionado. O canibalismo pode ocorrer ao consumir os ovos do mesmo aglomerado ou de outros na mesma folha. Falando evolucionariamente, este é um comportamento oportunista que pode aumentar a aptidão física. (https://en.wikipedia.org/wiki/Ascia#cite...)

"Os ovos levam cerca de 4-5 dias para se desenvolverem sob condições de campo e 3.4 dias sob condições laboratoriais. Variando entre subespécies, de larva ao estado pupa, levam entre 11.0-17.4 dias para os primeiros cinco ínstares de A. m. orseis, e 6.1-9.56 dias para A. m. monuste. A pupação pode levar entre 5.9-10 dias, e os adultos podem viver entre 4.3-5 dias para os machos e 8-10 dias para as fêmeas." - (https://en.wikipedia.org/wiki/Ascia)

As larvas não se movem muito e não são urticantes, como sabido ao que cerca larvas de borboletas. Em maior parte, ficam restritas à planta onde foram depositadas, mas são mais móveis após o 5º ínstar, procedendo a serem aptas a mudarem para plantas >próximas<. O primeiro e o segundo ínstar não tendem a competir dado a baixa necessidade de consumo. Isto pode mudar durante os três ínstares finais. Duas listras longitudinais de coloração amarelo-esverdeadas podem ser vistas em cada lado do dorso, em meio à várias manchinhas pretas e curtos pelos. A cápsula cefálica é laranja com manchas negras, verde ou até mesmo negra dependendo do ínstar. As larvas são verdes-roxas e medem cerca de 6.35mm. Os adultos são altamente migratórios e se movem em uma única direção durante sua vida, nunca retornando.

Podem ser encontradas em florestas primárias e secundárias onde suas plantas hospedeiras possam ser encontradas. São comumente vistas em habitats urbanos e suburbanos, e campos, campos de colheita e áreas de matagal.

Os adultos possuem uma envergadura alar entre 63-86mm.

Fontes:

http://www.defesavegetal.net/ascmo

http://www.manejebem.com.br/doenca/praga...

https://en.wikipedia.org/wiki/Ascia

http://www.agrolink.com.br/problemas/lag...

Não concordo com o termo "praga" nem com as intenções por trás das páginas. Os links são unicamente para ilustrar como fontes.

ENGLISH VERSION HERE:

Ascia monuste (Linnaeus, 1764) is the sole species in the genus Ascia (Scopoli, 1777) with the following subspecies:

Ascia monuste monuste (Linnaeus, 1764) (Southern United States to Surinam)
Ascia monuste phileta (Fabricius, 1775) (Southwestern USA (strays) (Georgia; Virginia; Florida), Western Mexico & Southern Texas to Northern and South America; Southern Lesser Antilles; West)
Ascia monuste virginia (Godart, 1819) (West Indies, St. Vincent)
Ascia monuste eubotea (Godart, 1819) (Cuba)
Ascia monuste orseis (Godart, 1819) (Brazil, Argentina)
Ascia monuste suasa (Boisduval, 1836) (Peru)
Ascia monuste automate (Burmeister, 1878) (Argentina)
Ascia monuste raza (Klots, 1930) (Baja California Sur)

(http://ftp.funet.fi/index/Tree_of_life/i...)

Ascia monuste orseis is a member of the order Lepidoptera, subdivision Bombycina, superfamily Papilionoidea, family Pieridae, subfamily Pierinae, tribe Pierini and subtribe Pierina.

Adults are mostly white medium-sized butterflies with brownish apices on the forewings and brownish markings on the posterior edge of the hindwings. A few darkish markings can occasionally be found throughout the wings. The eyes are compound; the antennae are erect, black with a remarkably cyan tip; the beginning of the junction between the hindwings and the lateral of the abdomen has a yellow spot present. Posteriorly to the eyes you can see a yellow marking that resembles an eyebrow. The mouthparts are spiral and long. Dorsal view consists of an uniform white coloring with the brown parts (mentioned before) in their respective positions. The legs are usually white with some individuals displaying darkish markings on them. The head possesses prominent hairs. The subspecies possess sexual dimorphism; about midway through the costal margin of the forewings, females possess a down-curving black stripe. Males lack this. The subject portrayed is a male. Although the stripe is a bit faded in this specimen (wait for better pictures in the future), this is a female: https://flic.kr/p/28zW319

A few host plants to the caterpillars include Eruca sativa (Mill.) (Brassicaceae), Cakile maritima (Giovanni Antonio Scopoli) (Brassicaceae: Brassiceae), Gossypium sp. (L.) (Malvaceae), Manihot sp. (Euphorbiaceae) Glycine max (L. Merrill) (Fabaceae: Faboideae), Lepidium sp. (L.) (Brassicaceae: Brassicoideae: Lepidieae), Nasturtium sp. (W.T. Aiton) (Brassicaceae: ???), Zea mays (L.) (Poaceae: Panicoideae: Maydeae), Nicotiana sp. (L.) (Solanaceae: Nicotianoideae: Nicotianeae), Lactuca sativa (L.) (Asteraceae), Oryza sp. (L.) (Poaceae: Oryzoideae: Oryzeae: Oryzinae), Brassica oleracea "Italica" (L.) (Brassicaceae), Brassica oleracea "Capitata" (L.) (Brassicaceae), Brassica oleracea "Botrytis" (L.) (Brassicaceae), Raphanus sativus (L.) (Brassicaceae), Saccharum sp. (L.) (Poaceae: Panicoideae: Sacchareae), Arachis hypogaea (L.) (Fabaceae: Faboideae: Dalbergieae), Triticum sp. (L.) (Poaceae: Pooideae), Brassica napus (L.), Brassica rapa (L.) & Brassica juncea ((L.) Czern.) (Brassicaceae), Passiflora sp. (L.) (Passifloraceae: Passifloroideae: Passifloreae), Solanum tuberosum (L.) (Solanaceae: Solanoideae: Solaneae - Requires confirmation), Sinapis alba (L.) Brassicaceae and possibly many more; however, their preferred food option are Brassicaceae. The adults feed on the nectar of a great amount of flowers such as some, most or all Amaranthaceae, perhaps Batis sp., Lantana sp. (L.) (Verbenaceae) (not restricted to Lantana camara (L.)), Verbena sp. (L.) (Verbenaceae), Cuphea gracilis (Kunth) (Lythraceae: Lythroideae) and possibly many more.

The adults are attracted to glycosinolates present in the family Brassicaceae and land on these plants to oviposit the eggs. Eggs are laid in different parts of the plant and this depends on the host. An average of 43 eggs are laid at a time, but can reach an astounding amount of 245 or more, with these being laid individually or in clusters. The larvae feed on the chorion as their first food upon hatching and also the eggs, suggestively due to protein intake. Cannibalism may occur on plants on which the eggs were oviposited that already supported conspecifics. As such, they are not strictly herbivorous. (https://en.wikipedia.org/wiki/Ascia#cite...)

The very high metabolism and growth rates of the larvae require proteins, partially explaining the aforementioned behaviour. Cannibalism may occur with larvae consuming eggs from the same clutch or others on the same leaf. Evolutionarily speaking, this is an opportunistic behaviour and can increase fitness. (https://en.wikipedia.org/wiki/Ascia#cite...)

"Eggs take from 4-5 days to develop under field conditions and 3.4 days under laboratory conditions. Larvae to pupae ranges between subspecies from 11.0-17.4 days for the first five instars for A. m. orseis, and 6.1-9.56 days for A. m. monuste. Pupation can take from 5.9-10 days long, and adults can live from 4.3-5 days for males and 8-10 days for females." - (https://en.wikipedia.org/wiki/Ascia)

The larvae do not move much and are not urticarious, as known with butterfly larvae. They mostly stay restricted to the plant they were laid on, but are more mobile after the 5th instar, proceeding to be able to move to other >close< plants. First and second instars do not tend to compete due to the lack of need for consumption. This may change during the final three instars. Two longitudinal stripes of a greenish-yellow coloring can be visible on each side of the dorso along with multiple black dots and short hairs. The head capsule is orange with black spots, green or even close to black depending on the instar. The larvae are purplish-green and measure around 6.35mm. The adults are highly migratory and moves in a single direction within their life without ever returning.

They can be found in primary and secondary forests where their host plants can be found. They are very commonly seen in suburban and urban habitats, and fields, crop fields and weedy areas.Adults have a wingspan ranging between 63-86mm.

Sources:

http://www.defesavegetal.net/ascmo

http://www.manejebem.com.br/doenca/praga...

https://en.wikipedia.org/wiki/Ascia

http://www.agrolink.com.br/problemas/lag...

I do not agree with the term "pest" nor with the intentions behind any of the sources above. These were purely to illustrate as sources.

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Oscar Neto
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Oscar Neto

Santa Catarina, Brazil

Spotted on May 20, 2018
Submitted on Jul 12, 2018

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